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Nossa Batalha parte 2

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As potestades agem submissas aos principados. Ao caírem, permaneceram organizadas à semelhança do que eram, só que, agora, voltadas para a prática do mal.

            Operam nos lugares celestiais, agindo conjuntamente com os principados e tendo como alvo estratégico aqueles que estão revestidos de autoridade na Igreja, almejando dividi-la através de discórdias, rebeldias, ciúmes e outras coisas perniciosas entre pastores, obreiros e autoridades espirituais. As forças do mal sabem bem que uma liderança confusa e dividida pela carne não pode produzir bons frutos, e certamente não conduzirá o rebanho de Deus na direção da vitória. O diabo sabe que há poder na sua unidade.”

“Por este motivo tem espalhado sementes de doutrinas que produzem divisão e discórdias. São normas humanas que não têm a aprovação de Deus por reduzirem a possibilidade de se alcançar harmonia em torno delas, uma vez que as diferenças entre as pessoas têm sido as maiores causas das divisões.

Os cristãos se dividem, infelizmente, pelas coisas da Terra, não pensam e nem buscam as coisas do Alto. Os nossos desejos e sonhos devem ser os mesmos de Deus, especialmente em ver as pessoas perdidas tendo um encontro com Ele. Vejamos agora como lutar contra as potestades. São também três princípios básicos:

  • Primeiro: Rejeição de toda semente de facção – o diabo vem semeando há anos essa semente maligna na Igreja. Sutilmente os corações têm se inclinado para o partidarismo exclusivista que por orgulho, vaidade, cheias de si, acabam se considerando donas da verdade. E isto enfraquece a igreja pois no lugar de estar lutando contra as forças espirituais do inimigo investe seu tempo lutando contra batalhas interiores.

Em João 17.20-23 em sua oração o Senhor Jesus orou ao Pai para que todos os que cressem n’Ele por intermédio de Sua palavra fossem apenas um, e que eles fossem aperfeiçoados na unidade. Por este motivo quando detectamos as sementes de desunião em nosso meio devemos imediatamente destruí-las.

  • Segundo: Atenção constante ao espírito competitivo – As potestades agem lançando semente de facção através de que o desejo de nosso ponto de vista seja o único aceito e de que toda revelação que vem da outra parte do corpo de cristo que é a Igreja é desconsiderada e no fundo do coração brota o desejo de que aquela revelação seja frustrada. Gerando assim um espírito de competição com os próprios companheiros de trabalho, os quais também estão servindo com sinceridade na obra de Deus. A exemplo de Saul que devido o espírito competitivo não viu que o Espírito de Deus é quem estava conduzindo Davi. Para vencer as potestades necessitamos desejar a destruição do espírito de competição no nosso meio, pois não passa de um dardo inflamado do maligno.
  • Terceiro: Cuidado com o coração invejoso – O sentimento que leva a pessoa a desejar ter o reino voltado para as usas inspirações, e não para as revelações de Deus, levando-a a edificar em torno de si mesma e das suas necessidades, e não em torno de Deus e Sua Obra, certamente provém do maligno. A exemplo de Saul que por inveja passou a ter apenas um objetivo a morte de Davi, a quem Deus havia escolhido, os dardos do maligno o haviam cegado e ele não tinha mais consciência do que estava fazendo.

Nas próximas semanas falaremos sobre os dominadores e as forças espirituais do mal sucessivamente.

Fonte: Livro Nossa Batalha – Renato Maduro